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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Comentário ao Museu Nacional de Arqueologia

Este é, sem dúvida, um dos mais importantes Museus para aqueles que se interessam pela Arqueologia, não só pelo fabuloso espólio que possui, mas também pela biblioteca de grande qualidade de que dispõe. Também as exposições temporárias que disponibiliza regularmente dão sempre uma visão muito interessante e diversificada de tudo o que a arqueologia engloba actualmente.
Algo que achei bastante interessante foi um conjunto de sarcófagos, patentes na exposição das Antiguidades Egípcias, que ainda conservam as múmias no interior e são um bom exemplo daquele que foi um dos expoentes da arte egípcia.
Em relação à exposição “ Tesouros da Arqueologia Portuguesa”, é de destacar a grande variedade peças de ourivesaria e joalharia, de todos os períodos da História portuguesa.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Comentário ao Museu Arqueológico do Carmo

As ruínas e o museu arqueológico do Carmo, são de passagem obrigatória aos mais interessados pela arqueologia.
Vou abster-me de mais descrições, vou simplesmente focar a sinopse que é feita da nossa herança cultural nas 5 salas do Museu e as reconstituições da fortificação de Vila Nova de S. Pedro (Azambuja) e do próprio Convento do Carmo, que achei muito interessantes e pedagógicas.
Para além disso existem as ruínas, espaço que embora parcialmente destruído (pelo terramoto de 1755), tem o seu charme, afinal de contas temos uma igreja a céu aberto.
Este mesmo espaço alberga, ocasionalmente, espectáculos o que considero bastante positivo na medida em que demonstra dinamismo e interacção com os visitantes.
A loja/ livraria é também um ponto de passagem obrigatório, achei particularmente interessante o tipo de merchandising do museu. Podemos comprar ali não só o “postalzinho do costume”, mas peças muito interessantes, vou focar por exemplo as peças de ourivesaria da linha Archeologica, inspiradas nas placas de cerâmica de Vila Nova de S. Pedro. (Calcolítico). Estas peças exploram os diversos temas e formas que decoram as faces das placas.
Por fim resta-me relembrar que o largo do Carmo é um local muito agradável, onde podemos encontrar as mais variadas faixas etárias, desde os idosos que jogam as cartas, às crianças que saltam à corda, junto à entrada do Museu, até mesmo ao jovem estudante que se desloca até à esplanada para desfrutar o sol maravilhoso de Lisboa.

Verdes Anos